Pais Cristãos

Entradas do Novembro 2007

Geração “Nada a ver”

14/11/2007 · 6 Comentários

Autor: Giuliano Barcelos

Obs: Este texto foi publicado originalmente nos sites da Igreja Batista da Lagoinha-Batatais/SP e da Igreja Metodista-São João del Rei-MG

Leituras recomendadas [Mt 5:14-16], [Mt 13:18-23], [Jo 15:15-17], [1Co 9:16-23]

- Mas isso não tem nada a ver!!! – responde brava a moça depois de ter sido exortada por uma senhora.

- Onde tá na Bíblia que não pode usar piercing? Todo mundo usa! Só não ficaria bem a senhora com um piercing no umbigo e com a barriguinha de fora como eu, não acha? E tem mais: não tem nada de escandaloso só porque minha calça é justa, não mando ninguém ficar olhando. Somos imagem e semelhança de Deus e o que é bonito é para ser mostrado!

Apesar de exagerado, o exemplo acima reflete algo que tem invadido o meio cristão: o mundanismo!

Cada vez mais aceitamos o que o mundo nos oferece e trazemos isto para dentro das igrejas, mesmo sabendo que a Bíblia nos instrui a evitarmos todo tipo de mal [1 Ts 5.22]. Esta ameaça tende, aos poucos, em se tornar algo aceitável.

Não me entendam como um radical ou fundamentalista, mas alguns parâmetros cristãos devem ser respeitados.

Jesus, em Sua oração sacerdotal, diz o seguinte:

“Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.
Não são do mundo, como eu do mundo não sou.
Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. [Jo 17:15:17]”

Até que ponto esta oração é para você ou para mim? Até que ponto não estamos agindo de acordo com o mundo?

Somos a luz do mundo [Mt 5:14a], mas alguns tem refletido uma luz muito diferente da de Cristo, parecendo mais um painel luminoso de propaganda.

Vemos cristãos comentando sobre novelas com ímpios, ou fazendo suas apostas para quem vai ganhar o BBB. E o pior é que acham que isto não tem nada a ver.

Pedro nos exorta: “Porquanto está escrito: Sede santos, porque Eu sou Santo. [1Pe 1:16]”, referenciando [Lv 11:44], [Lv 19:2] e [Lv 20:7].

Todos nós sabemos que ser santo significa ser separado. Escolhido e separado por Deus. Como podemos participar da mesa de Deus e dos demônios? [1Co 10:21]

Deixemos, pois o que é do mundo e sigamos firme no que é de Deus.

Devemos escolher se somos amigos do mundo ou amigos de Deus. É impossível ser amigos dos dois e quem é amigo do mundo constituí-se inimigo de Deus. [Tg 4:4]

Caso contrário, quando estivermos diante de Jesus, em nosso julgamento, diremos a Ele que expulsamos demônios em Seu nome, profetizamos e fizemos muitas maravilhas e que merecemos ser salvos. Então Jesus nos dirá, usando outras palavras, mas com o mesmo sentido: “Mas isto não tem nada a ver!!!” [Mt 7:22-23] .

Categorias: Adolescentes · Jovens
Etiquetado: , , ,

Bailinhos, nostalgia e a perda da inocência

13/11/2007 · 7 Comentários

Autor: Giuliano Barcelos

Lembro-me de quando eu era adolescente (nem faz tanto tempo assim) e participava de bailinhos nas garagens. Eu moro no interior de São Paulo desde os cinco anos de idade, mas imagino que na maioria das cidades este tipo de festa também acontecia.

Era bem engraçado: os meninos sentados de um lado, as meninas de outro. Sucessos românticos, e outros nada românticos como London London, gravado pelo RPM, tocando em uma vitrola. O que valia era o ritmo, pois a grande maioria era analfabeta em inglês.

Por vezes um corajoso se levantava e dirigia-se até uma menina convidá-la para dançar. Ou o sujeito tomava uma tábua, isto é, um belo não, ou então, todo feliz, conduzia a mini dama para a pista de dança improvisada na garagem.

É muito engraçado de lembrar: o menino colocava as mãos na cintura da menina, tentando aos poucos aproximá-la dele, enquanto a menina colocava as duas mãos no tórax do mancebo, travando os cotovelos de forma a ficar com os braços totalmente esticados para mantê-lo longe. Quando, depois de umas duas músicas o rapaz conseguia se aproximar da menina, digo aproximar, não encostar, então o cotovelo era acionado e novamente mantinha-se a distância de um braço.

Sei que alguns dos meus leitores devem estar rindo sozinhos ao se recordarem destas coisas.

Eu não era cristão nesta época, mas havia temor no meu coração e no da maioria deste adolescentes. Um casalzinho que dançasse colado era motivo até de escândalo. Beijar na boca então…ai, ai.

Mas hoje tudo está muito diferente.

O temor que havia nos adolescentes não-cristãos de 15, 20 anos atrás em geral não faz parte dos cristãos de hoje.

Existe um ministério focado em jovens e adolescentes chamado Geração Benjamim, cujo líder é o pastor Jeffery L. Fromholz. No site deles tem um e-book (livro eletrônico) chamado Liderando Lobos. É muito esclarecedor e que trata diversos aspectos da vida dos jovens de forma objetiva e sem máscaras.

Um dos dados mais reveladores e até estarrecedores diz respeito a uma pesquisa realizada com jovens e adolescentes cristãos e seguem algumas informações abaixo:

Numa pesquisa feita durante os últimos cinco anos com 5.000 jovens evangélicos de 22 denominações diferentes com relação à vida sexual mostra o resultado desses “relacionamentos naturais que fazem parte do crescimento de um jovem”.
- 52% perderam a sua virgindade como “crentes”;
- 26% deles estão ativos sexualmente (ainda estão praticando);
- A idade média para um rapaz (“crente”) perder a virgindade é 14 anos;
- A idade média para uma moça (“crente”) perder a virgindade é 16 anos;
- 17% das meninas entre 14 e 18 anos de idade que já perderam a virgindade estão grávidas ou já estão com um bebê no colo.
No mundo isso pode ser normal, mas, nós não somos desse mundo.

O tornar-se normal as coisas do mundo para os cristãos, como adolescentes com 16, 15 e às vezes até com bem menos que isto namorando. E alguns ainda com o consentimento dos pais.

Hormônios à flor da pele, o desejo de experimentar sensações aliado à falta de compromisso com a Palavra de Deus é um dos fatores que operam para termos resultados com os citados acima.

Fora isto, ainda temos a omissão dos pais, que acabam por tentar jogar a responsabilidade da educação cristã dos filhos a cargo da igreja.

Não quero que me entendam mal, pois meus comentários não são condenatórios, mas sim de alerta, visto que a grande maioria dos pais sentem-se impotentes quanto ao que fazer acerca da educação dos seus filhos. Não conseguem, nem de longe, acompanhar a evolução cultural e tecnológica a que seus filhos estão submetidos. Inclusive já comentei algo sobre a cultura de hoje no post Rafinha 2.0 – O retrato da geração C. Muitos também possuem dificuldades até mesmo para a leitura bíblica, visto que não tiveram as mesmas oportunidades de adquirirem conhecimento como seus filhos tem.

Mas o que não se pode deixar de fazer é orar pelos seus filhos, exercendo o papel de sacerdote do lar. Ore com a autoridade de pai que lhe é conferida, ore com imposição de mãos e profetize sobre a vida de seu filho.

Categorias: Adolescentes · Jovens · Sexualidade
Etiquetado: , , ,

Posicione-se contra a mediocridade

11/11/2007 · 2 Comentários

Autor: Junior Vieira

Os adolescentes de hoje são fortemente induzidos a tornarem-se complacentes e sobre eles estão as pressões para se ajustarem ao tipo de comportamento da maioria dos seus companheiros de idade. O problema é que o comportamento da maioria dos adolescentes exibe um estilo de vida moral decadente e com reflexos numa fraca vida acadêmica e vocacional. São inúmeros os professores que podem contar histórias e mais histórias de adolescentes inteligentes que jamais se esforçaram para serem bons alunos. Muitos técnicos podem falar sobre atletas que têm potencial para serem excelentes no seu campo de atividade se simplesmente se dedicassem mais ao treino. Um número muito grande de patrões constantemente despede adolescentes porque estes não exibem uma ética saudável no trabalho.

Se for válido fazer, então vamos fazer certo. Quando Cristo nos pede para andar uma segunda milha, Ele nos orienta que devemos fazer um esforço extra em tudo. Precisamos ser bons em todas as coisas porque somos representantes de Cristo e nossos filhos precisam ter essa visão. Uma visão de serem embaixadores do Reino.

Como pais podem incutir nos filhos o desejo de serem bons no que fazem:

- Tome a decisão de ser modelo e ensine o compromisso de ser o melhor naquilo que você vier a fazer.

Olhe para sua própria vida: Você está satisfeito com o que você é, você explora o seu potencial, seu filho lhe vê como uma pessoa que está crescendo, trabalhadora e esforçada?

- Entenda que Deus lhe deu a responsabilidade de desenvolver o potencial de seus filhos de uma maneira plena.

Incentive-os a serem os melhores. Anime-os quando estiverem desencorajados. Ajude-os com os trabalhos escolares e projetos de aula. Insista para que os trabalhos de escola sejam feitos da melhor maneira possível.

O que causa a mediocridade nas crianças?

- Uma baixa expectativa.

Seja qual for a tarefa, estabeleça metas que façam com que seu filho se esforce (sem quebrá-lo) e insista na qualidade. Certifique-se de que eles cumprem prazos sem baixar o padrão. Ensine o princípio de aprender a ser fiel nas coisas pequenas para que assim possas ser confiável nas coisas maiores. (Mt. 25:14-30)

- Pressão do grupo.

A atitude que vale entre os adolescentes é: “ser parte do grupo não é suficiente”. Conheça os amigos dos seus filhos e encoraje-os constantemente a terem amizades com crianças que dêem valor aos estudos e à escola.

- Prêmios e motivações inadequadas.

Se seu filho fez um bom trabalho, seja generoso ao premiá-lo. Recompense tudo que demonstra que ele está indo em direção oposta à mediocridade. Louve suas conquistas e esforços em todas as áreas de sua vida, não apenas nas notas e atividades esportivas. Exija cooperação com a limpeza da casa, na administração da mesada, e na forma de se vestir e falar.

- Apoio inadequado de pessoas chaves.

Você é a pessoa chave para fazer com que seu filho se eleve acima do nível da mediocridade. Seja o fã número um do seu filho. Solicite ajuda de outras pessoas que porventura façam parte da vida dele como um professor, um treinador de esporte ou o líder da mocidade da igreja.

Categorias: Educação
Etiquetado: , , , , ,

O pastoreio sacerdotal do pai cristão

09/11/2007 · 1 Comentário

autor: Rev. Ashbell Simonton Rédua – Pastor da Igreja Presbiteriana do Sinai e Membro da CNE

Considero ser pai, a tarefa mais difícil da terra. O pai é diferente da mãe. A mãe sente seu filho no ventre, sente-o crescer, sente as suas pulsações, o pai não. A criança nasce e sua afeição inicial está intrinsecamente ligada a vida da mãe.

Ela é a protetora, a provedora dessa criança, ainda tão indefesa. O pai observa tudo isto, compartilha de toda essa graça, mas ainda não se sente pai, até aquele dia que ouve dos lábios do filho gerado, a palavra “pai”, ser chamado de pai.

O pai cristão tem a responsabilidade de formar crianças à imagem de Cristo Jesus. O pai deve modelar para o filho o Senhor Jesus Cristo, para que o filho siga os seus caminhos.
Podemos chamar isso “o sacerdócio do pai” ou talvez “o pastoreio do pai”. Todo pai é um “pastor” do rebanho que Deus lhe concedeu.
É interessante traçar os paralelos entre o papel do pastor e o papel dos pais. Vejo pelo menos três responsabilidades paralelas entre os dois:

I. O pai sacerdote devem conduzir seus filhos a Deus (Intercessão)
Segundo Atos 6:2,4, uma das primeiras grandes responsabilidades do líder espiritual é a oração. Os pais que oram por seus filhos providenciam alguma forma de proteção para eles contra as doenças do pecado. O pai intercessor ergue paredes de proteção ao redor de seu filho, preocupando-se com seu bem estar, seu relacionamento com o Senhor, pecado, etc.
O pai que ora continuamente pelos filhos certamente agirá também para protegê-los contra o pecado.
Mas como orar pelos filhos? Gostaria de sugerir um esboço muito simples que serve como guia na minha oração pelos meus seis filhos.
Os pais cristãos deve orar por pelo menos cada uma destas áreas:
a) Caráter dos filho (o fruto do Espírito, Gl 5:22 junto com a compreensão da sua identidade como filhos de Deus em Cristo, Ef 1:15-23,3:14-21)
b) Carreira (orar ao Senhor da seará que use meus filhos para expandir Seu Reino no mundo–Lc 10:2)
c) Casamento (orar que Deus direcione meu filho ao cônjuge com quem compartilhará sua chamada para o resto da vida)
O pai sacerdote intercede pelos seus filhos. Mas assim como o pastor, que se dedica à oração e ao ministério da Palavra, o pai sacerdote também se preocupa com o ensino de seus filhos.
II. O pai pastor deve apresentar Deus aos seus filhos (instrução)
O pai pastor está sempre ensinando seus filhos pelas palavras, pelas ações e pelas atitudes. É impossível escapar do olhar destas pequenas ovelhas, que admiram tanto seus “pastores”. Sempre estamos transmitindo o que somos para elas. Com tempo, os filhos se tornam o que os pais são. Por isso o “pai sacerdote” tem que reconhecer que ele é um “pai professor”, sempre instruindo seus filhos e vacinando-os contra a doença que chamo “amnésia espiritual”.
Amnésia espiritual é a doença que aflige os filhos de crentes que não se esforçam em transmitir sua fé para a próxima geração. É a memória de Deus apagada da vida de um filho pela negligência dos pais. Em Dt 6:6-9, nos lemos: “Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”
Conforme estes versículos, o pai pastor (instrutor) aproveita toda oportunidade para ensinar seus filhos os valores e princípios bíblicos transmitidos pelo Supremo Pastor. Ensina a Palavra formalmente e informalmente, propositalmente e espontaneamente, em todo lugar e em qualquer lugar, em todo tempo e o tempo todo. Não é um fanaticismo evangélico mas um estilo de vida que avalia toda a vida por uma perspectiva bíblia. “O pai que ama Deus de todo coração, transmite sua fé à outra geração!”
III.O pai pastor deve disciplinar os seus filhos (Intervenção)
A última responsabilidade do “pai-pastor” segue naturalmente as primeiras duas. Provérbios 22:6 chama o pai para “ensinar a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.” Junto com este texto, Efésios 6:4 chama os pais (o termo “pais” designa especificamente homens) a “não provocar seus filhos à ira, mas criá-los na admoestação e na disciplina do Senhor.” Assim como o pastor de rebanho vai atrás de ovelhas desgarradas e às vezes precisa discipliná-las, para que evitem perigos maiores longe do aprisco, os pais precisam intervir na vida dos seus filhos com disciplina equilibrada.
O equilíbrio entre instrução e intervenção ou seja, disciplina, pode ser entendida por meio de uma analogia. O pai vai na frente do seu filho como alguém que quer cavar uma trilha ou valeta em que o filho pode caminhar. No início, a valeta está muito rasa, e o filho pode sair dela com facilidade. Quando isso acontece, o pai coloca seu filho de volta na trilha cavada com firmeza e amor. Com o passar de tempo, a valeta fica cada vez mais funda, e o filho só poderá escapar dela com grande esforço. Quando isso acontece, o papai o coloca dentro do caminho de novo. Depois de 18 anos, a trilha deve ser tão profunda, que o filho teria que chamar o corpo de bombeiros e uma escadona para sair do caminho do Senhor. É possível, mas não muito provável.
O pai que realmente ama seu filho precisa intervir quando este deixa o caminho da instrução. Provérbios recomenda o uso da vara, uma consequência artificial mas estruturada pelos pais, para desviar os filhos do pecado. Deve ser aplicada com força suficiente para arder mas nunca ferir a criança. Assim o pai ajuda seu filho a associar o pecado com dor, assim evitando conseguências muito piores no futuro, proporcionadas pela própria vida.
Muitos anos atrás, resolvi seguir meu caminho, com 9 anos de idade, decidi não ir a Igreja, abandonar os meus padrões cristãos, e não seguir a fé e a doutrina ensina por meu pai. No domingo pela manhã preparei-me para a tão esperada pesca. De posse da minha vara de pescar, fui para o rio, naquela época com muita água, ali na cidade de Mantena-MG. Estava tranquilho pescando, quando senti a dor de uma varada nas costas, era o meu pai. Pegou-me pelo braço e me arrastou até a minha casa, fez vestir a roupa dominical e fui arrastado para igreja. Ele me falou-me as seguintes palavra: “Hoje não entendes o que faço, mas amanhã compreenderás e nunca esquecerás desse ato”. Dou graças a Deus por aquele momento, pelo cuidado e pela disciplina aplicada, que com certeza fez com que permanecesse fiel nos caminhos do Senhor
Pais da Igreja Presbiteriana do Sinai, não posso pensar em presente maior que você possa dar a seu filho do que ser um exemplo de seriedade e reverência para com Deus em sua vida. Caminhando com o Senhor, será um referencial inesquecível que ajudará a construir o caráter de seu filho. Você não será perfeito, pois por definição somos imperfeitos, mas a integridade de reconhecer um erro e pedir perdão deverá ser uma marca do pai cristão.
E assim, juntos, pais e filhos procurando conhecer a vontade de Deus para nosso relacionamento, teremos muito mais chances de acertar!
Soli Deo Glória

http://www.ipb.org.br/artigos/artigo_inteligente.php3?id=62

Categorias: Ser pai
Etiquetado: , , , , ,

Rafinha 2.0 – O retrato da geração C

08/11/2007 · 3 Comentários

Este vídeo que segue abaixo foi preparado para uma Conferência sobre Internet, mas serve como referência para qualquer seguimento.

Cada vez mais os jovens, adolescentes e crianças estão conectados na Internet , seja através de blogs, MSN, Orkut ou outro meio de comunicação interativa.

Os pais precisam conhecer, saber ou ter pelo menos uma noção de que isto significa, como funciona, suas vantagens e perigos.

No decorrer deste blog, pretendo passar dicas de como funciona cada uma destas ferramentas e como fazer para acessá-las e saber um pouco mais sobre o que seu filho tem feito no computador.

Assista ao vídeo e descubra o que significa geração C.

Categorias: Internet
Etiquetado: , , , , , ,

De começo, o início

08/11/2007 · 1 Comentário

Bom, lá vou eu mais uma vez escrever um blog.

Pode parecer estranho o fato de escrever sobre filhos, não sendo ainda pai. Talvez possa até mesmo parecer um contrasenso, mas não é. Tenho colaborado com o ministério de adolescentes e juniores da igreja onde congrego e aprendido com estes meninos e meninas um pouco das suas necessidades, desejos, frustrações, expectativas e reclamações.

A verdade é que em meu coração arde o desejo de ser pai e quero estar o mais bem informado possível e fundamentado na Palavra de Deus para que meus filhos sejam educados segundo a vontade de Deus.

Escrever este blog é uma maneira que achei para compartilhar o que tenho lido e pensado acerca de ser um pai que está no centro da vontade de nosso Pai.

Espero poder contribuir para que eu e você sejamos pais melhores, já sendo pais ou não.

Não deixe de assinar este blog e receber as atualizações em primeira mão.

Jesus nos abençoe

Categorias: Pensamentos
Etiquetado: