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Menina de 9 anos aborta gêmeos

04/03/2009 · 2 Comentários

A menina de 9 anos que engravidou de gêmeos depois de ser estuprada pelo padrasto de 23 anos abortou os dois fetos na manhã desta quarta-feira (4).

O aborto, realizado no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), na Encruzilhada, Zona Norte do Recife, foi induzido por medicamentos. O primeiro feto foi expelido por volta das 9h. O segundo, às 11h30.

A menina, que teve alta do Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip) no final da tarde desta terça-feira (3), deve passar ainda por uma curetagem – procedimento médico para retirar material placentário da cavidade uterina.

De acordo com os médicos, o estado de saúde da garota – que tem 33 quilos e 1,36 m de altura – é estável e ela deve continuar internada na unidade de saúde até esta sexta-feira.

PAIS – O aborto aconteceu em meio à polêmica envolvendo o pai da garota, que, evangélico, demonstrou ser contrário ao procedimento. No entanto, a mãe decidiu tirar a criança do Imip, onde estava internada, e levá-la ao Cisam para a realização do aborto.

No último dia 3, a polícia prendeu o trabalhador rural José Amâncio Vieira Filho, acusado de ter estuprado a enteada. A prisão ocorreu um dia depois de a história vir à tona no município de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco. Em depoimento à polícia, José Amâncio confessou também ter violentado a irmã da menina, hoje com 14 anos e portadora de deficiência.

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Saldo da tragédia: uma criança estuprada e duas assassinadas. Misericórdia!!!!

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Criança de nove anos grávida

Padrasto deve depor hoje, enquanto meninas fazem exames sexológicos

Igreja quer impedir na Justiça aborto de menina de 9 anos

Médicos adiam aborto em menina de 9 anos estuprada

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Médicos adiam aborto em menina de 9 anos estuprada

04/03/2009 · 1 Comentário

Foram adiados os procedimentos para a realização do aborto na garota de 9 anos violentada sexualmente pelo padrasto, em Alagoinhas, no Agreste de Pernambuco. O processo seria iniciado nesse fim de semana. A menina permanece internada no Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip), onde deu entrada na última sexta-feira (27), e está grávida de gêmeos.

Ao chegar ao Imip a garota foi encaminhada para a maternidade de alto risco, onde foram realizados diversos exames. A ultra-sonografia constatou que ela já está na quinta semana de gestação. A interrupção da gravidez foi autorizada pela família da criança e, segundo a lei brasileira, em caso de estupro a realização do aborto dispensa a autorização judicial.
O caso da menina violentada pelo padrasto foi descoberto depois que a mãe da criança a levou ao médico. Ela queixava-se de dor de cabeça, enjôos e tontura. Quando foi identificada a gestação, a menina confesssou que era abusada sexualmente há três anos pelo padrasto, Jailson José Silva, de 23 anos. O acusado foi preso e confessou o abuso, bem como que também teria violentado a outra irmã da menina, de 14 anos, e portadora de deficiência.

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Criança de nove anos grávida

Padrasto deve depor hoje, enquanto meninas fazem exames sexológicos

Igreja quer impedir na Justiça aborto de menina de 9 anos

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Igreja quer impedir na Justiça aborto de menina de 9 anos

04/03/2009 · 1 Comentário

A arquidiocese de Recife e Olinda entrou com um pedido no Ministério Público para tentar impedir o aborto de uma menina de 9 anos grávida de gêmeos na capital pernambucana. A Igreja afirma que condena qualquer tipo de morte e alega também que a mãe da menina não sabia o que estava assinando quando autorizou a interrupção da gestação.

A menina de 9 anos, que foi supostamente estuprada pelo padrasto, está grávida de aproximadamente quatro meses de gêmeos. Segundo o Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip), onde ela esteve internada até esta terça-feira, a gravidez é de alto risco para a criança devido à sua estrutura física (a menina tem 36 kg e 1,36 m).

A arquidiocese afirmou que parte de um princípio da moral cristã que condena qualquer tipo de morte. O hospital não quis comentar o assunto.

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Criança de nove anos grávida

Padrasto deve depor hoje, enquanto meninas fazem exames sexológicos

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Padrasto deve depor hoje, enquanto meninas fazem exames sexológicos

27/02/2009 · 2 Comentários

Deve prestar depoimento hoje à polícia o homem de 23 anos suspeito de ter abusado sexualmente e engravidado a enteada de apenas nove anos de idade. O rapaz, que não pode ter o nome divulgado por recomendação do Ministério Público, uma vez que a vítima é menor de idade, foi preso na noite de ontem no município de Alagoinhas, no Agreste do estado.

A prisão foi efetuada por policiais militares após denúncia de que o suspeito estaria escondido numa localidade conhecida como barragem, no limite da zona urbana da cidade. Ele teria passado a noite em um terreno baldio, escondido em um matagal. “Ele confessou que abusava da menina desde que ela tinha seis anos e de que também violentava a irmã dela, que tem 14 anos e é deficiente”, contou o sargento Lúcio Flávio, comandante do destacamento da Polícia Militar do município, um dos responsáveis pela prisão.

Inicialmente, o suspeito foi levado para a sede da Polícia Militar do município, mas de lá foi encaminhado para o Presídio de Pesqueira, por questões de segurança. “A população está revoltada com este crime. Uma multidão está na frente do batalhão gritando para que ele seja solto para a população. Como aqui não há condições suficientes para mantê-lo, ele será transferido para um local mais seguro”, comentou o sargento, afirmando que um reforço da PM foi chamado para fazer o transporte do suspeito.

O caso chocou tanto a população de Alagoinhas que a Polícia Civil informou que nenhum advogado do município quer defender o suspeito e que provavelmente um defensor público deverá ser designado para o caso. O delegado Antônio Dutra já pediu a prisão preventiva do suspeito. De acordo com o Código Penal brasileiro, o padrasto poderá pegar mais de 15 anos de prisão em regime fechado. “Ele vinha abusando sexualmente de uma menor de 14 anos e ainda engravidou a criança. Há ainda o agravante das ameaças”, observou o delegado.

Exames - Também nesta sexta-feira, as duas meninas seguem para o Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, no Recife, para a realização de exames sexológicos que comprovem o crime. De lá, as irmãs devem ser levadas para o Instituto Materno Infantil (Imip), no bairro dos Coelhos. As duas estão acompanhadas pela mãe e pela conselheira tutelar de Alagoina, Maria José.

O crime veio à tona ontem quando a menina, que apresentava enjôos e vômitos, foi levada pela mãe para a Casa de Saúde São José, em Pesqueira, município vizinho à Alagoinha. Uma ultrassonografia diagnosticou a gravidez de 16 semanas. O ginecologista José Severiano Cavalcanti, que atendeu a menina na Casa de Saúde São José, em Pesqueira, antecipou que o aborto será necessário para não por em risco a vida da garota.”Ela tem nove anos, mas sua idade cronológica não bate com sua estrutura física franzina, subnutrida”, observou. Segundo Severiano, a menina mede apenas um metro e trinta de altura. “Ela não tem pélvis para suportar uma gestação de gêmeos. Não tem seios desenvolvidos e sequer pelos pubianos”, argumentou.

O médico disse que se for preciso fará um laudo atestando que a criança não tem condições físicas de prosseguir com a gravidez e que indicaria o aborto para preservar a sua vida. “Eu não faria o aborto por causa dos meus princípios morais. Mas no Imip há equipes prontas para isso. E acredito ser necessário”, observou.

Pela legislação brasileira, grávidas vítimas de estupro podem fazer um aborto até o quinto mês de gestação. O procedimento também é autorizado pelo Ministério da Saúde e aconselhado por especialistas quando a gravidez põe em risco a vida da mãe, como é o caso da menina de nove anos de Alagoinha. No entanto, é necessário que a Justiça tome a decisão. O Ministério Público também precisa se pronunciar. A promotora Geane Bezerra, que acumula a promotoria de Pesqueira, só deve falar sobre o episódio segunda-feira. Mas toda e qualquer decisão deverá ser baseada em exames e perícias médicas.

Investigação - O suspeito vivia com a mãe da criança desde 2005. A menina alegou que nunca contou que era abusada porque temia ser morta pelo agressor. Segundo a vítima, o padrasto jurava que iria matá-la, caso revelasse o “segredo” para a mãe. “Ele dizia que ia cortar meu pescoço com a foice”, falou a menina para os conselheiros tutelares.

A garota disse ainda que o padrasto costumava dar R$ 1 para ter relações com ela. A violência sexual acontecia sempre quando a mãe se ausentava de casa. Já a mãe, de 39 anos, declarou nunca ter desconfiado de nada. Para ela, o marido era um homem cuidadoso com as filhas. “Eu confiava demais nele”, justificou a mulher.

Segundo o conselheiro tutelar do município, Cláudio Roberto Lima Melo, a criança não tem sequer noção da gravidez. “Ela não tem consciência do seu estado. Estamos muito preocupados com a saúde dela porque, ela tem baixa estatura e muito miúda. Mas a barriga e os seios já estão crescidos”, comentou.

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Criança de nove anos grávida

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Criança de nove anos grávida

27/02/2009 · 28 Comentários

Um caso polêmico de gravidez na infância foi descoberto na cidada de Alagoinha, no Agreste do estado. Uma menina de apenas nove anos está grávida de quase quatro meses e de gêmeos. O pai seria o padrasto, um rapaz de 23 anos, que há três vivia com a mãe da garota e que foi preso ontem à noite. A população da cidade tentou linchá-lo. A história de agonia e ameaça vivida pela criança veio à tona na manhã da última quarta-feira. Após se queixar de enjoos, tonturas e fortes dores de cabeça, a menina foi levada pela mãe até a Casa de Saúde São José, em Pesqueira. O médico de plantão, um ginecologista, desconfiou da gravidez, confirmada por meio de ultrassonografia. Depois disso, a menina revelou que vinha sendo obrigada a fazer sexo com o padrasto há três anos e que nunca contou o que acontecia quando a mãe saía de casa porque era ameaçada de morte. A criança deverá ser examinada hoje pela equipe do Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip), no Recife. Em casos como este, quando a vítima foi estuprada e corre risco de morte, a lei permite que seja realizado o aborto. O Ministério Público já foi acionado.

Há suspeitas de que o suspeito também tenha abusado da irmã mais velha da menina grávida. Ela é portadora de deficiência e tem 14 anos. As duas serão submetidas hoje a exame sexológico no IML, também no Recife. Por determinação do Ministério Público de Pernambuco, para preservar a identidade da menina, o nome e a imagem do padrasto não estão sendo divulgados pelo Diario. A menina alegou que nunca revelou os abusos porque temia ser morta pelo agressor. “Ele dizia que ia cortar meu pescoço com a foice e matar minha mãe”, falou para os conselheiros tutelares. A criança disse que o padrasto costumava lhe dar R$ 1.

A mãe da criança, por sua vez, declarou nunca ter desconfiado de nada. Para ela, o marido era apenas um homem cuidadoso com as filhas. “Eu confiava demais nele. Quero que ele pague pelo que fez e seja preso”, disse. Segundo o conselheiro tutelar do município Cláudio Roberto Lima Melo, a criança não tem sequer noção da gravidez. “Ela não tem consciência do seu estado. Estamos muito preocupados com a saúde dela porque ela tem baixa estatura e é muito miúda”, disse.

Segundo ele, o pai da menina, que é separado, está revoltado e culpa a ex-mulher pelo abuso. O casal se separou há pouco mais de três anos, depois que a mulher conheceu o atual companheiro. O padrasto estava desempregado e fazia bicos. O delegado de Alagoinha, Antônio Dutra, já pediu a prisão temporária do padrasto e deve indiciá-lo por crime de estupro, pedofilia e aliciamento de menor. De acordo com o Código Penal Brasileiro, ele poderá pegar mais de 15 anos de prisão em regime fechado. (Ana Paula Neiva)


Arte: Jarbas/DP

Desde os seis anos, a menina que hoje tem nove, e que mora na Zona Rural de Alagoinha, no Agreste, vinha sendo abusada supostamente pelo padrasto, que vivia com a mãe há três anos


Arte: Jarbas/DP

Há três meses, a menina menstruou pela primeira vez. Há uma semana, a criança começou a se queixar de tonturas e enjoos. Na última quarta-feira, foi levada pela mãe ao médico, em Pesqueira


Arte: Jarbas/DP

Ao ser consultada pelo médico de plantão, um exame de ultrassom constatou a gravidez equivalente a três meses e meio. Também indicou que a menina está grávida de gêmeos

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Bailinhos, nostalgia e a perda da inocência

13/11/2007 · 7 Comentários

Autor: Giuliano Barcelos

Lembro-me de quando eu era adolescente (nem faz tanto tempo assim) e participava de bailinhos nas garagens. Eu moro no interior de São Paulo desde os cinco anos de idade, mas imagino que na maioria das cidades este tipo de festa também acontecia.

Era bem engraçado: os meninos sentados de um lado, as meninas de outro. Sucessos românticos, e outros nada românticos como London London, gravado pelo RPM, tocando em uma vitrola. O que valia era o ritmo, pois a grande maioria era analfabeta em inglês.

Por vezes um corajoso se levantava e dirigia-se até uma menina convidá-la para dançar. Ou o sujeito tomava uma tábua, isto é, um belo não, ou então, todo feliz, conduzia a mini dama para a pista de dança improvisada na garagem.

É muito engraçado de lembrar: o menino colocava as mãos na cintura da menina, tentando aos poucos aproximá-la dele, enquanto a menina colocava as duas mãos no tórax do mancebo, travando os cotovelos de forma a ficar com os braços totalmente esticados para mantê-lo longe. Quando, depois de umas duas músicas o rapaz conseguia se aproximar da menina, digo aproximar, não encostar, então o cotovelo era acionado e novamente mantinha-se a distância de um braço.

Sei que alguns dos meus leitores devem estar rindo sozinhos ao se recordarem destas coisas.

Eu não era cristão nesta época, mas havia temor no meu coração e no da maioria deste adolescentes. Um casalzinho que dançasse colado era motivo até de escândalo. Beijar na boca então…ai, ai.

Mas hoje tudo está muito diferente.

O temor que havia nos adolescentes não-cristãos de 15, 20 anos atrás em geral não faz parte dos cristãos de hoje.

Existe um ministério focado em jovens e adolescentes chamado Geração Benjamim, cujo líder é o pastor Jeffery L. Fromholz. No site deles tem um e-book (livro eletrônico) chamado Liderando Lobos. É muito esclarecedor e que trata diversos aspectos da vida dos jovens de forma objetiva e sem máscaras.

Um dos dados mais reveladores e até estarrecedores diz respeito a uma pesquisa realizada com jovens e adolescentes cristãos e seguem algumas informações abaixo:

Numa pesquisa feita durante os últimos cinco anos com 5.000 jovens evangélicos de 22 denominações diferentes com relação à vida sexual mostra o resultado desses “relacionamentos naturais que fazem parte do crescimento de um jovem”.
- 52% perderam a sua virgindade como “crentes”;
- 26% deles estão ativos sexualmente (ainda estão praticando);
- A idade média para um rapaz (“crente”) perder a virgindade é 14 anos;
- A idade média para uma moça (“crente”) perder a virgindade é 16 anos;
- 17% das meninas entre 14 e 18 anos de idade que já perderam a virgindade estão grávidas ou já estão com um bebê no colo.
No mundo isso pode ser normal, mas, nós não somos desse mundo.

O tornar-se normal as coisas do mundo para os cristãos, como adolescentes com 16, 15 e às vezes até com bem menos que isto namorando. E alguns ainda com o consentimento dos pais.

Hormônios à flor da pele, o desejo de experimentar sensações aliado à falta de compromisso com a Palavra de Deus é um dos fatores que operam para termos resultados com os citados acima.

Fora isto, ainda temos a omissão dos pais, que acabam por tentar jogar a responsabilidade da educação cristã dos filhos a cargo da igreja.

Não quero que me entendam mal, pois meus comentários não são condenatórios, mas sim de alerta, visto que a grande maioria dos pais sentem-se impotentes quanto ao que fazer acerca da educação dos seus filhos. Não conseguem, nem de longe, acompanhar a evolução cultural e tecnológica a que seus filhos estão submetidos. Inclusive já comentei algo sobre a cultura de hoje no post Rafinha 2.0 – O retrato da geração C. Muitos também possuem dificuldades até mesmo para a leitura bíblica, visto que não tiveram as mesmas oportunidades de adquirirem conhecimento como seus filhos tem.

Mas o que não se pode deixar de fazer é orar pelos seus filhos, exercendo o papel de sacerdote do lar. Ore com a autoridade de pai que lhe é conferida, ore com imposição de mãos e profetize sobre a vida de seu filho.

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